Demos de Ralph Hauwert no Flash Player 10.1: ele só precisou mudar a resolução. Como se vê, seria absolutamente inviável o Flash Player no iPhone, porque…
Em vez de encher a paciência alheia com banners, patrocine ou produza coisas bacanas, essa é a nova forma de se fazer publicidade. Prepare-se para perder um bom tempo jogando:
O Barbarian Group, do genial Robert Hodgin, acaba de publicar o seu framework Cinder (C++), uma alternativa ao openframeworks (que, passados alguns anos, não ‘pegou’ muito, né?).
A equipe do GWT portou, a partir do Jake – port para java -, o Quake2 para sua plataforma. O mais incrível é que o desempenho, graças ao WebGL, é ótimo, o áudio impecável (HTML5 audio) e tem multiplayer funcional através de WebSockets. E o Quake parece ser, hoje em dia, a prova de maturidade padrão para qualquer runtime. Quake: em breve no seu microondas.
Dica do camarada @cassiozen, o RightJS é um framework javascript que – perdoem-me o alarmismo, se for o caso -, pode mudar o panorama que apontava para o jQuery como sendo o “fim da história”, a última palavra no assunto. Faz anos que todo mundo que eu conheço vai de jQuery: eu mesmo, que fui um dos últimos, no meu círculo, a me converter do saudoso Prototype para ele, já não questiono a sua superioridade ou cogito alternativas há muito tempo – embora ande achando os 75k do código minificado um pouco excessivos -.
Segundo a página do projeto, o RightJS é voltado aos usuários de linguagens dinâmicas como Python e Ruby, que não apreciam as “construções de classes complexas e os nomes longos” de outros frameworks escritos por programadores Java e C++. Preconceitos à parte, eu, que programei por mais tempo em linguagens estáticas, achei o projeto interessantíssimo. À primeira vista o approach para efeitos visuais me parece melhor do que o do jQuery, o código minificado é bem mais leve (menos da metade do peso, com 30k), e o suporte a OOP é ao estilo Prototype, mas ainda o estende com mixins, como no Ruby. Vale a pena conferir.
“A ‘2010 CWE/SANS Top 25 Most Dangerous Programming Errors’ é uma lista dos mais críticos e frequentes erros de programação que podem causar sérias vulnerabilidades em software. Eles são frequentemente fáceis de achar, e fáceis de explorar. Eles são perigosos porque frequentemente permitirão a agressores tomar controle total do sotware, roubar dados, ou fazer com que o software deixe de funcionar.”
Se você é desenvolvedor, fará muito bem em conferir o artigo e se aprofundar nos itens da lista sobre os quais não tenha muito conhecimento.
Uma questão que se coloca desde a negativa da Apple para o Flash nas linhas iPhone/iPad é de se, realmente, o desempenho desse player é tão ruim que o tornaria impraticável para essas plataformas. Bem, eis aí uma prova de que a nova versão do flash, já disponível para a plataforma Android, consegue um resultado respeitável no Nexus One, da Google:
Vale lembrar que o Nexus One é equipado com o processador Snapdragon, o que o torna mais veloz do que a maioria dos seus concorrentes da plataforma Android e que o iPhone 3G. Se o A4, processador da própria Apple que equipará o iPad, contudo, tiver desempenho inferior a ele, vexame. Não deve ser o caso e, assim, a desculpa estará desconstruída.